• Da vinha ao copo

    É no final de agosto que se começa a sentir o cheiro das uvas prontas a serem colhidas e onde se reúnem todos aqueles que mantêm a tradição de vindimar. O Douro é um local clássico para assistir a esta prática fundamental para a produção de vinho. Para além de ser onde se produzem os melhores vinhos de Portugal, a região duriense é uma das vitivinícolas mais antigas do mundo.

    As vindimas são até hoje um símbolo da cultura portuguesa, embora tenham sido transformados vários métodos, ainda é de tesoura na mão e de cesto nos pés que vários produtores festejam esta tradição que irá dar origem ao seu famoso nectár. A Quinta dos Castelares é um dos exemplos onde o trabalho árduo e o convívio de gerações ainda está presente nesta altura do ano, em pleno coração do Douro superior, são cerca de 140 hectares de colheita em que a sua qualidade influência diretamente no terroir do vinho. O estilo de vinho e a sua capacidade de amadurecer não só depende das condições da natureza, solo ou exposição solar, como das práticas culturais. Os vinhos da Quinta dos Castelares possuem o terroir único, influenciado pelo ambiente físico e geográfico em que se insere, assim como pelos seus métodos tradicionais, seja a colheita e pisa manual das uvas ou a fermentação em lagares de granito.

    A arte de vindimar, preservada há séculos, mostra-nos a essência do processo por detrás de um copo de vinho, desde o campo à adega. É esta a tradição, que de sorriso no rosto e de ambiente festivo dá origem aos nossos vinhos.

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  • Clipping | Porto Canal – Especial de Verão

    stivemos em destaque no Especial Verão do Porto Canal!
    Partilhamos consigo a entrevista completa:

     

    PARTE 1

     

    PARTE 2

    PARTE 3

     

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  • Os melhores vinhos para provar no verão!

    Para cada estação do ano, existem vinhos que se adequam melhor ao paladar e, na Quinta dos Castelares, existem vinhos para qualquer estação, gastronomia ou ocasião. Para o verão, a escolha passa por vinhos mais refrescantes e que possam ser degustados frescos. Por tal motivo, a escolha geral centra-se em três grandes tipos: o vinho branco, o vinho Rosé e o vinho espumante.

    Dentro da ampla adega da Quinta dos Castelares podemos ressaltar o vinho de Reserva Branco que, com carácter freixenista do Douro Superior, aroma intenso e complexo a frutos brancos e com um toque mineral, conquista qualquer um nos dias mais quentes de verão. Este é ideal para acompanhar com peixe assado, bacalhau, carnes brancas e queijo.

    Ao nível de vinho Rosé, podemos destacar o vinho Rosé Pinot Noir que é o mais adequado para acompanhar aperitivos ou pratos mais leves. Este é um vinho fresco, de estrutura média, com uma acidez vibrante, sendo classificado como bastante elegante e gastronómico.

    Por fim, ao nível de vinho espumante, podemos realçar o Espumante Pinot Noir que, com uma bolha fina e persistente, uma boa mousse e acidez vibrante, é o indicado para acompanhar com peixe grelhado ou como aperitivo.

    Apesar dos anteriores destaques, a nossa adega apresenta uma gama de produtos mais amplificada, estando disponível um vasto leque de opções à escolha do cliente, que não irão desapontar.

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  • 6 dicas para ficar um expert em vinhos

    Torne-se um mestre do copo e da garrafa. Hoje em dia, existem imensas opções de vinhos, o que nos faz querer combinar os melhores sabores da gastronomia com o famoso néctar de Baco.

    Por isso, vamos deixar-lhe algumas dicas para o ajudar a ficar um expert na arte da harmonização e sinta-se mais seguro no momento de fazer a escolha certa.

    Algumas das melhores combinações são:

    • Geralmente o vinho branco acompanha melhor pratos de peixe e o vinho tinto acompanha pratos de carne. O vinho branco é uma excelente escolha para os pratos de peixe e frutos do mar em geral, porém, não deixa de ser uma boa escolha para alguns pratos de carne, tudo depende do seu palato. Com carnes vermelhas, não é impossível, dependendo do prato em alguns casos ficaria com a sensação de que está a faltar algo. No caso, o que estaria em falta são os taninos, que ajudam a secar as papilas gustativas e são perfeitos para um bom corte suculento. Como existe sempre uma quebra nas regras, unir o peixe a um vinho tinto não é nada de especial, desde que seja um vinho com poucos taninos, como um Pinot Noir.
    • Para usufruir de todas as características de um bom espumante, precisa de saber como harmonizá-lo com os melhores pratos. O espumante seco normalmente é excelente para acompanhar umas entradas e aperitivos. Já o extra brut, que é ainda mais seco, acompanha muito bem pratos ácidos ou gordurosos, como saladas, lagostas, ceviches e massas. Um bom espumante brut costuma ser muito versátil e pode combiná-lo com saladas ou pratos mais elaborados como carnes vermelhas leves. Os espumantes demi-sec geralmente são leves e adocicados e por isso harmonizam muito bem com frutos do mar e sobremesas. Os espumantes doces devem acompanhar frutas, fondeu doces, chocolates e é sempre uma excelente escolha para sobremesas ou pratos mais docinhos.
    • Vá apurando o seu paladar, quando se trata de harmonizar vinho com comida, o ideal é evoluir aos poucos. Comece por um rótulo branco leve antes de degustar um tinto mais encorpado. A ordem é sempre crescente no que diz respeito à intensidade do vinho. Para a sobremesa, um vinho doce normalmente finaliza sempre muito bem uma refeição.
    • Combinar uma tábua de queijos e vinhos pode ser um grande desafio para iniciantes. Na dúvida, escolha um vinho e um queijo da mesma região assim será mais fácil acertar.
    • Faça atenção a pratos muito condimentados, o sabor intenso dos temperos podem dificultar a degustação do vinho. Como companhia para um prato muito marcante, escolha um vinho de igual intensidade.
    • Porém, tudo passa por uma questão pessoal, siga os seus instintos e preferências pessoais. Faça uma lista dos vinhos que mais gosta. Depois, comece por associar um prato para cada um deles. Aventure-se na incerteza, só assim é que saberá o que realmente gosta.

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  • A Arte e a Ciência do Vinho: Explorando os Segredos da Vinicultura

    Como profissionais apaixonados pela vinicultura, compreendemos a complexidade e a beleza por detrás da produção de vinho. A vinicultura é uma verdadeira arte, que combina o conhecimento científico com práticas tradicionais para criar vinhos excecionais. Neste artigo, vamos explorar os segredos da vinicultura, desvendando a magia que acontece desde a videira até à taça, e como a harmonia entre a arte e a ciência desempenham um papel fundamental neste processo.

    A história do vinho remonta a tempos antigos e é intrinsecamente entrelaçada com a evolução da humanidade. Desde as suas primeiras evidências na Mesopotâmia, há cerca de 6.000 anos, até às antigas civilizações egípcia, grega e romana, o vinho desempenhou um papel central nas práticas sociais, religiosas e culturais. Ao longo dos séculos, o vinho atravessou fronteiras, chegando até à Europa Ocidental com a expansão do Império Romano e, posteriormente, ganhou reconhecimento global com as grandes navegações. A vinicultura passou por transformações técnicas e científicas, como o uso de técnicas de envelhecimento e a compreensão das fermentações. Atualmente, o vinho é uma parte intrínseca da cultura e da gastronomia, com uma variedade de estilos e regiões produtoras em todo o mundo, perpetuando a rica história e tradição vinícola.

    O sabor e as características do vinho são determinados principalmente pelas uvas utilizadas na sua produção. Na Quinta dos Castelares, existem duas variedades em particular que desempenham um papel significativo: a Touriga Nacional e a Códega do Larinho. Ao utilizar estas variedades de uvas, procuramos explorar o potencial do terroir do Douro Superior, combinando a riqueza aromática da Touriga Nacional nos vinhos tintos e a elegância e frescor da Códega do Larinho nos vinhos brancos. Estas castas desempenham um papel fundamental na criação de vinhos de alta qualidade, que representam a identidade e a excelência da vinicultura da região.

    O processo de vinificação é uma verdadeira combinação harmoniosa da arte e da ciência. A arte reside na sensibilidade e criatividade do enólogo ao tomar decisões importantes em cada etapa, desde a seleção das uvas ao engarrafamento final. A habilidade de interpretar o potencial das uvas, ajustar os métodos de vinificação de acordo com as características específicas da safra e a busca pela expressão máxima do terroir é onde a arte se manifesta. Por outro lado, a ciência desempenha um papel crucial ao fornecer os conhecimentos técnicos e os avanços tecnológicos que permitem compreender e controlar os processos bioquímicos da fermentação, monitorar e ajustar as temperaturas, gerenciar a oxidação e proteger o vinho de possíveis defeitos. A ciência permite-nos compreender os mecanismos por detrás da transformação das uvas em vinho e aplicar os métodos mais eficientes para alcançar os resultados desejados. É a sinergia entre a arte e a ciência que nos permite apreciar beleza e a complexidade dos vinhos que são produzidos com paixão, conhecimento e maestria.

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  • Os melhores vinhos para um piquenique de verão

    Enquanto o sol brilha radiante no céu azul e a suave brisa lhe acaricia o rosto, encontre o local perfeito para estender a toalha, enquanto ao seu redor as majestosas árvores lhe proporcionam sombra fresca, criando o ambiente perfeito para relaxar e desfrutar do ar livre.

    Abra a sua cesta repleta de iguarias deliciosas e retire uma garrafa de vinho Quinta dos Castelares. Os seus olhos percorrem o nosso rótulo, admirando a elegância e a promessa do sabor que está prestes a ser revelada, com o som do desenrolar da rolha a fazer antecipar a experiência que está por vir.

    Sirva no seu copo e observe a dança graciosa que este néctar faz enquanto vislumbra a sua cor. Os aromas delicados misturam-se com o perfume veranil, numa simbiose e sinfonia olfativa única. O tom rubi convida-o a saborear cada gota.

    Leve o seu copo aos lábios e permita que este líquido divino se espalhe por toda a sua boca, com sabores que se desdobram gradualmente, revelando todos os sabores.

    Cada gole é uma experiência sensorial completa, que cativa os seus sentidos e o transporta para o momento de prazer absoluto.

    Rosés, brancos e espumantes são as escolhas ideais para estes dias, que se preveem longos e especiais.

    Rose Pinot Noir

    Vinho de cor salmão brilhante e atrativa; aroma jovem, intenso e rico com notas florais frescas, mas dominando os aromas frutados de cereja e morango com ligeiro toque especiado; vinho seco, acidez refrescante e equilibrada, bom volume de boca sem perder a delicadeza de um Rosé, com um final frutado, vivo e persistente.

    Reserva Branco

    Com uvas cuidadosamente selecionadas e colhidas à mão, este vinho é produzido com todo o cuidado e carinho que a Quinta dos Castelares tem para oferecer. É um vinho elegante, complexo e com um sabor único que o vai surpreender.

    Espumante Códega do Larinho

    Com aromas frescos e minerais, notas de pão torrado e acidez vibrante, cada gole é uma explosão de sabores avassaladora, complementado por uma efervescência suave que refresca e revitaliza o paladar.

    Enquanto aprecia o vinho, absorva o ambiente ao seu redor. O som alegre das risadas, o farfalhar das folhas das árvores e o aroma das iguarias compartilhadas. O vinho torna-se não apenas uma bebida, mas um elo que une as pessoas.

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  • A influência do terroir na qualidade dos vinhos da Quinta dos Castelares

    O terroir é um termo francês que se refere ao conjunto de fatores que influenciam no crescimento e desenvolvimento das uvas, tais como o clima, a topografia, o solo e a cultura local. Esses fatores podem variar de região para região e podem ter um impacto significativo na qualidade dos vinhos produzidos.

    A influência do terroir na qualidade dos vinhos é um conceito fundamental no mundo vitivinícola. O terroir engloba uma combinação de fatores naturais e humanos que contribuem para as características únicas de um determinado local de produção de vinho. Esses fatores incluem o solo, o clima, a topografia, as práticas agrícolas e até mesmo a cultura local.

    Solo: O tipo de solo em uma região vitivinícola pode ter um impacto significativo na qualidade dos vinhos. O solo influencia a drenagem, a retenção de água e nutrientes, bem como a disponibilidade de minerais para as videiras. Diferentes tipos de solo podem conferir características distintas aos vinhos, como estrutura, mineralidade e complexidade.

    Clima: O clima desempenha um papel crucial no desenvolvimento das uvas e na composição dos vinhos. Fatores como temperatura, pluviosidade, horas de sol e variações sazonais são determinantes para o amadurecimento das uvas e para a sua concentração de açúcares, ácidos e compostos aromáticos. Um clima adequado e equilibrado pode contribuir para a produção de uvas de alta qualidade, resultando em vinhos bem equilibrados e expressivos.

    Topografia: A topografia do terreno, como a altitude, a inclinação e a exposição solar, também pode influenciar a qualidade dos vinhos. A variação de altitude pode afetar a temperatura e a drenagem do solo, enquanto a exposição solar pode determinar a quantidade de luz solar recebida pelas videiras. Esses fatores podem influenciar o ritmo de maturação das uvas e contribuir para a complexidade dos vinhos.

    Práticas agrícolas e culturais: Além dos fatores naturais, as práticas agrícolas e culturais desempenham um papel importante na influência do terroir. Métodos de cultivo, técnicas de poda, colheita manual ou mecanizada, seleção de clones de uvas e práticas de vinificação tradicionais podem ser características distintivas de uma região e afetar a qualidade final do vinho.

    É importante destacar que cada região vitivinícola possui um terroir único, o que confere características particulares aos vinhos produzidos. A combinação desses fatores é o que faz com que vinhos de diferentes regiões tenham perfis de sabor, aromas e características sensoriais distintas. Portanto, o terroir desempenha um papel essencial na qualidade e na identidade dos vinhos.

    O terroir é um termo utilizado para descrever a influência do ambiente físico, geográfico e geológico na produção de vinhos. Na Quinta dos Castelares, essa influência é muito presente e determinante na qualidade dos vinhos produzidos.

    Localizada na região do Douro Superior , em Portugal, a Quinta dos Castelares possui um terroir único e favorável para a produção de vinhos de alta qualidade. O solo é formado por xisto, uma rocha que retém água e nutrientes, permitindo o desenvolvimento das raízes das vinhas em profundidade. Além disso, a exposição solar e a altitude da região proporcionam um clima favorável para o amadurecimento das uvas.

    A vinícola utiliza métodos tradicionais de produção, como a colheita manual das uvas e a fermentação em lagares de granito. Esses processos permitem que as características do terroir sejam preservadas e sejam refletidas nos vinhos produzidos.

    Os vinhos da Quinta dos Castelares são reconhecidos pela sua complexidade e profundidade de sabor, com notas de frutas vermelhas e especiarias. Isso se deve em grande parte à influência do terroir, que proporciona um equilíbrio perfeito entre acidez, taninos e aromas.

    Em resumo, a influência do terroir é fundamental na qualidade dos vinhos produzidos na Quinta dos Castelares. A combinação única de solo, clima e tradição resulta em vinhos de alta qualidade, que refletem a riqueza e diversidade da região do Douro.

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  • A cultura e tradições da região do Douro Superior

    A região do Douro Superior em Portugal é conhecida pelas suas ricas tradições culturais e históricas. Localizada no norte de Portugal, ao longo do rio Douro, esta região é fortemente influenciada pela atividade vitivinícola, que remonta a séculos passados tornando-se famosa pela magnífica produção de vinhos.

    A sua paisagem é dominada por extensos vinhedos em socalcos, construídos nas encostas íngremes das montanhas em redor do rio Douro. Os vinhedos são cultivados principalmente com as uvas utilizadas na produção do vinho do Porto, como a Touriga Nacional ou a Tinta Roriz.

    Para além da produção de vinhos, a região do Douro Superior também preserva antigas tradições agrícolas, como a produção de azeite, amêndoas e frutas cítricas, onde a agricultura desempenha um papel importante na economia local, culminando na realização de muitos eventos relacionados com as colheitas e as tradições rurais.

    A região possui também um património arquitetónico notável. Nas cidades e aldeias do Douro Superior, é possível encontrar casas tradicionais em pedra, com varandas de ferro forjado e telhados de ardósia, que remontam a gerações anteriores.

    As festas e romarias são outra parte importante da cultura do Douro Superior. Ao longo do ano, as comunidades locais celebram eventos religiosos, festas populares e folclóricas, que incluem procissões, música e comida típica. 

    A gastronomia do Douro Superior é também notável, oferecendo pratos autênticos e saborosos. Influenciada pelos ingredientes locais, como azeite, vinho, enchidos, peixes de rio e produtos agrícolas frescos, a cozinha regional detém pratos que deliciam todos os que visitam a região.

    A região do Douro Superior em Portugal é um destino culturalmente rico, onde as tradições se fundem com a beleza natural da paisagem do Douro e onde os vinhos,a gastronomia e as tradições únicas tornam o Douro Superior um lugar especial.

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  • A História da Quinta dos Castelares

    Em Freixo de Espada à Cinta, em 1953 nasce Manuel Joaquim Caldeira. Filho de agricultores, dedicados à terra e ao cultivo. Um filho da terra que decidiu nunca deixar para trás Freixo de Espada à Cinta. Desde muito novo, iniciou a sua atividade no ramo empresarial, conseguindo assim com apenas 25 anos, comprar e plantar a sua primeira vinha. Um sonho de criança, que foi crescendo até aos dias de hoje. 

    Atualmente é um dos maiores embaixadores da vila mais manuelina de Portugal, empregando diversas famílias nas suas empresas. Com a garra e humildade de criança, Manuel Caldeira, pai de 2 filhos, depois de vários anos ligado à maior cooperativa da Região, decidiu em 2015 construir a sua primeira adega. Nasceu assim o projeto Quinta dos Castelares.

    Quinta dos Castelares está localizada em Freixo de Espada à Cinta, no Douro Superior, enquadrada pelo Parque Natural. Nos modos de produção procuramos preservar as técnicas de cultivo ancestrais combinadas com os mais recentes desenvolvimentos em matéria de viticultura, que conduzam a uma maior sustentabilidade ambiental e respeito pelo meio ambiente.

    O baixo nível de mecanização – onde as uvas são colhidas à mão para pequenos palotes – e as baixas produções por hectare são disso o melhor exemplo. Nas várias vinhas que compõem a Quinta procuramos tirar partido das especificidades de cada localização.

    Na Vinha do Almirante existem vinhas velhas com mais de 40 anos, que haviam sido plantadas sob a orientação do Eng. Gastão Taborda, com as principais castas tintas do Douro, com especial relevo para a Touriga Nacional, que destaca a qualidade dos vinhos da Quinta. Pela sua idade e altitude conseguimos a grande elegância dos nossos vinhos.

    Na vinha da Congida, à beira Douro, onde as uvas atingem maiores maturações, temos plantadas apenas castas tintas, dando corpo e estrutura. Na Quinta dos Castelares aproveitamos o maior diferencial de altitudes e exposições solares. Existem castas brancas plantadas nas partes mais altas e frescas, com uma exposição Norte Nordeste. Desta combinação resulta elegância e complexidade.

    Ainda hoje, as nossas vinhas beneficiam da extraordinária obra de vida do Eng. Gastão Taborda, um “herói desconhecido” da viticultura Duriense, cuja investigação foi decisiva na construção do Douro contemporâneo.

    Percursor do atual Centro de Estudos Vitivinícolas do Douro, foi em Freixo de Espada à Cinta (sua terra natal) que mais aplicou os seus conhecimentos, dedicando toda uma vida ao estudo do nosso “terroir”, pioneiro na descoberta e divulgação do grande potencial da Touriga Nacional, evitando a sua extinção no Douro.

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